Em 2026, foram identificadas duas vulnerabilidades críticas no SolarWinds Observability Self-Hosted, CVE-2026-28324 e CVE-2026-28325, permitindo execução remota de código. No Brasil, setores financeiro e governamental que utilizam essa plataforma estão em risco, com potencial de comprometimento significativo. Profissionais de TI brasileiros devem agir rapidamente, pois a LGPD exige notificação de incidentes em até 72 horas, sob pena de multas severas. Ignorar essas falhas pode resultar em paralisação operacional e danos reputacionais. Este artigo aborda como essas vulnerabilidades operam e as medidas imediatas para mitigação. Você aprenderá a proteger sua organização e a importância de capacitação contínua para prevenir futuras vulnerabilidades.

Vulnerabilidades Críticas no SolarWinds Observability

Em 2026, foram identificadas duas vulnerabilidades críticas no SolarWinds Observability Self-Hosted, especificamente CVE-2026-28324 e CVE-2026-28325. Essas falhas permitem que atacantes executem remotamente códigos maliciosos nos servidores afetados. No Brasil, organizações que utilizam essa plataforma estão em risco, especialmente em setores críticos como financeiro e governamental. No IBSEC, destacamos a importância de manter os sistemas sempre atualizados para evitar brechas de segurança. A falha CVE-2026-28324 envolve a exploração de uma vulnerabilidade de injeção de código, enquanto a CVE-2026-28325 está relacionada a uma falha de autenticação inadequada. Ambas requerem atenção imediata para mitigar riscos.

Essas vulnerabilidades foram descobertas em versões anteriores à 2026.2.3 do SolarWinds Observability. Empresas brasileiras que ainda não atualizaram seus sistemas estão expostas a possíveis ataques cibernéticos. O IBSEC ressalta a necessidade de uma gestão proativa de vulnerabilidades para prevenir explorações. A falha CVE-2026-28324 permite que um atacante execute scripts maliciosos sem necessidade de autenticação prévia. Já a CVE-2026-28325 pode ser explorada por atacantes para ganhar privilégios elevados no sistema, comprometendo a segurança global da infraestrutura de TI.

O CERT.br ainda não registrou incidentes diretamente associados a essas vulnerabilidades, mas a exposição contínua é um risco significativo. Empresas brasileiras precisam adotar práticas de segurança robustas para proteger dados sensíveis e infraestruturas críticas. No IBSEC, acreditamos que a conscientização e a capacitação são elementos-chave para a segurança cibernética efetiva. As vulnerabilidades mencionadas destacam a importância de uma abordagem de segurança em camadas, que inclui a aplicação de patches e a segmentação de redes para limitar o impacto de possíveis explorações. O uso de firewalls e sistemas de detecção de intrusões também é recomendado.

O impacto potencial dessas vulnerabilidades é significativo, especialmente para organizações que lidam com grandes volumes de dados. A conformidade com a LGPD exige que as empresas tomem medidas adequadas para proteger os dados de seus clientes. No IBSEC, enfatizamos a importância de um plano de resposta a incidentes bem definido para mitigar danos em caso de exploração. Sem a correção adequada, as falhas CVE-2026-28324 e CVE-2026-28325 podem permitir que atacantes acessem dados confidenciais, modifiquem registros ou até mesmo interrompam operações críticas. A implementação de controles de segurança adequados é vital para garantir a continuidade dos negócios.

A atualização para a versão 2026.2.3 do SolarWinds Observability é uma medida imediata e crucial para mitigar esses riscos. Muitas organizações brasileiras já estão tomando medidas para corrigir essas vulnerabilidades, mas a ação rápida é essencial para todos os usuários. No IBSEC, apoiamos a adoção de uma política de atualização regular como parte de uma estratégia abrangente de segurança cibernética. A nova versão corrige as falhas de segurança identificadas e inclui melhorias adicionais para fortalecer a proteção do sistema. Além disso, realizar auditorias de segurança regulares e testes de penetração pode ajudar a identificar outras possíveis vulnerabilidades antes que sejam exploradas por atacantes.

Como as Falhas Permitem Execução Remota de Código

As vulnerabilidades CVE-2026-28324 e CVE-2026-28325 permitem a execução remota de código, um dos tipos de ataque mais perigosos. A execução remota de código pode levar ao comprometimento completo dos sistemas de TI das organizações brasileiras. No IBSEC, ensinamos que a execução remota de código pode ser evitada através de práticas de codificação segura e da implementação de políticas de segurança robustas. A falha CVE-2026-28324, por exemplo, explora uma vulnerabilidade de injeção de código, permitindo que um atacante insira scripts maliciosos em áreas críticas do sistema. Isso pode ser feito sem autenticação, tornando a exploração relativamente fácil para atacantes experientes.

Já a vulnerabilidade CVE-2026-28325 está relacionada a um problema de autenticação que pode ser explorado para ganhar privilégios elevados. Isso representa um risco significativo para empresas brasileiras que ainda não implementaram controles de acesso adequados. No IBSEC, destacamos a importância de revisar regularmente as políticas de autenticação e autorização para evitar explorações. Uma vez que um atacante ganha privilégios elevados, ele pode executar comandos arbitrários, acessar dados sensíveis e até mesmo desativar sistemas críticos. Isso enfatiza a necessidade de uma abordagem de segurança em camadas, que inclui a proteção de endpoints e a segmentação de redes.

Os ataques de execução remota de código são frequentemente utilizados para instalar malware ou ransomware nos sistemas afetados. O aumento de ataques de ransomware em 2026 destaca a importância de proteger as infraestruturas de TI contra esse tipo de ameaça. No IBSEC, enfatizamos a importância de uma política de backup robusta para garantir a recuperação rápida em caso de ataque. A exploração das falhas CVE-2026-28324 e CVE-2026-28325 pode permitir a instalação de backdoors, que os atacantes podem usar para manter o acesso ao sistema comprometido. A detecção precoce e a resposta rápida são essenciais para minimizar o impacto de tais explorações.

Além disso, a execução remota de código pode ser usada para desfigurar sites ou interromper serviços, causando danos reputacionais significativos. As empresas brasileiras precisam estar cientes dos riscos associados a essas vulnerabilidades e tomar medidas proativas para proteger suas operações. No IBSEC, recomendamos a implementação de sistemas de detecção de intrusões e a realização de auditorias de segurança regulares. As falhas CVE-2026-28324 e CVE-2026-28325 podem ser exploradas por meio de redes expostas à internet, tornando essencial a revisão das configurações de firewall e a limitação do acesso a portas críticas.

Por fim, a execução remota de código pode comprometer a integridade dos dados, impactando diretamente a conformidade com a LGPD. A proteção dos dados dos clientes é uma prioridade no Brasil, e as empresas devem garantir que suas infraestruturas de TI estejam seguras. No IBSEC, promovemos a adoção de uma abordagem de segurança baseada em risco, que prioriza a proteção de ativos críticos. A exploração das falhas CVE-2026-28324 e CVE-2026-28325 pode resultar na modificação ou exclusão de dados, destacando a importância de um plano de resposta a incidentes bem estruturado e testado regularmente.

Impactos Potenciais para Organizações Afetadas

As falhas críticas no SolarWinds Observability podem ter impactos devastadores para as organizações brasileiras. A execução remota de código pode resultar em roubo de dados, interrupção de serviços e danos à reputação. No IBSEC, acreditamos que a conscientização sobre esses riscos é o primeiro passo para a mitigação eficaz. A exploração das vulnerabilidades CVE-2026-28324 e CVE-2026-28325 pode permitir que atacantes acessem informações confidenciais, incluindo dados financeiros e pessoais. Isso pode levar a violações significativas da LGPD, resultando em multas e sanções para as empresas afetadas.

Além disso, a interrupção de serviços críticos pode ter consequências financeiras significativas. Empresas brasileiras em setores como saúde, finanças e energia são particularmente vulneráveis a ataques cibernéticos que exploram essas falhas. No IBSEC, enfatizamos a importância de uma abordagem proativa à segurança, que inclui a identificação e correção de vulnerabilidades antes que sejam exploradas. A exploração das falhas CVE-2026-28324 e CVE-2026-28325 pode resultar na indisponibilidade de serviços essenciais, impactando diretamente a continuidade dos negócios e a confiança dos clientes.

Os danos reputacionais também são uma preocupação significativa para as organizações. Empresas brasileiras que não conseguem proteger adequadamente os dados dos clientes enfrentam perda de confiança e danos à marca. No IBSEC, promovemos a importância de uma comunicação eficaz e transparente em caso de incidentes de segurança. A exploração das vulnerabilidades CVE-2026-28324 e CVE-2026-28325 pode resultar na divulgação não autorizada de informações sensíveis, afetando a reputação da organização a longo prazo. A implementação de controles de segurança adequados e a realização de auditorias regulares podem ajudar a mitigar esses riscos.

Para as organizações que lidam com dados sensíveis, o impacto de um ataque pode ser ainda mais grave. A conformidade com a LGPD é uma prioridade no Brasil, e as empresas devem tomar medidas adequadas para proteger os dados pessoais dos clientes. No IBSEC, destacamos a importância de uma abordagem de segurança centrada no dado, que inclui a proteção de dados em trânsito e em repouso. A exploração das falhas CVE-2026-28324 e CVE-2026-28325 pode resultar na modificação ou exclusão de dados críticos, destacando a necessidade de uma estratégia de backup robusta e de um plano de recuperação de desastres bem definido.

Por fim, as consequências legais de um ataque podem ser significativas. A ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados) no Brasil pode impor multas e sanções às organizações que falham em proteger os dados dos clientes. No IBSEC, enfatizamos a importância de uma abordagem de segurança baseada em conformidade, que inclui a revisão regular das políticas e procedimentos de segurança. A exploração das falhas CVE-2026-28324 e CVE-2026-28325 pode resultar em investigações legais e sanções financeiras, destacando a importância de uma abordagem proativa à segurança cibernética.

Medidas Imediatas para Mitigar Riscos

A atualização para a versão 2026.2.3 do SolarWinds Observability é uma medida crucial para mitigar os riscos associados às vulnerabilidades CVE-2026-28324 e CVE-2026-28325. Muitas organizações brasileiras já estão tomando medidas para corrigir essas falhas, mas a ação rápida é essencial para todos os usuários. No IBSEC, apoiamos a adoção de uma política de atualização regular como parte de uma estratégia abrangente de segurança cibernética. A nova versão corrige as falhas de segurança identificadas e inclui melhorias adicionais para fortalecer a proteção do sistema. Além disso, realizar auditorias de segurança regulares e testes de penetração pode ajudar a identificar outras possíveis vulnerabilidades antes que sejam exploradas por atacantes.

Outra medida importante é a implementação de controles de acesso robustos. As empresas brasileiras devem garantir que apenas usuários autorizados tenham acesso a sistemas críticos. No IBSEC, enfatizamos a importância de revisar regularmente as políticas de autenticação e autorização para evitar explorações. A implementação de autenticação multifator (MFA) pode ajudar a prevenir o acesso não autorizado, enquanto a segmentação de redes pode limitar o impacto de ataques bem-sucedidos. A revisão das configurações de firewall e a limitação do acesso a portas críticas também são recomendadas para proteger a infraestrutura de TI.

Além disso, a realização de treinamentos regulares de conscientização de segurança para funcionários pode ajudar a prevenir ataques de engenharia social. Muitas violações de segurança no Brasil são resultado de erros humanos, e a educação contínua é essencial para mitigar esses riscos. No IBSEC, promovemos a importância de uma cultura de segurança cibernética, que inclui a conscientização sobre ameaças como phishing e malware. A realização de simulações de ataque e exercícios de resposta a incidentes pode ajudar a preparar as equipes para lidar com incidentes reais de maneira eficaz.

A implementação de sistemas de detecção e resposta a intrusões (IDS/IPS) também é uma medida eficaz para mitigar riscos. As empresas brasileiras devem estar cientes dos sinais de comprometimento e agir rapidamente para conter ataques. No IBSEC, recomendamos a integração de soluções de segurança avançadas, que incluem monitoramento contínuo e análise de logs para detectar atividades suspeitas. A detecção precoce e a resposta rápida são essenciais para minimizar o impacto de ataques, e a colaboração com equipes de segurança externas pode ajudar a fortalecer a postura de segurança.

Por fim, a revisão e atualização das políticas de segurança cibernética devem ser uma prioridade para todas as organizações. A conformidade com a LGPD no Brasil exige que as empresas revisem regularmente suas práticas de segurança. No IBSEC, incentivamos a adoção de uma abordagem de segurança baseada em risco, que prioriza a proteção de ativos críticos. A realização de auditorias de segurança regulares e a implementação de controles de segurança adequados podem ajudar a identificar e corrigir vulnerabilidades antes que sejam exploradas. A colaboração com parceiros de segurança confiáveis também pode ajudar a fortalecer a segurança geral da organização.

Capacitação para Prevenir Vulnerabilidades Futuras

A capacitação contínua é essencial para prevenir vulnerabilidades futuras e proteger a infraestrutura de TI contra ameaças emergentes. A demanda por profissionais qualificados em cibersegurança no Brasil continua a crescer, e as organizações devem investir em treinamento e desenvolvimento de suas equipes. No IBSEC, oferecemos cursos e certificações que abrangem uma ampla gama de tópicos de segurança, incluindo a gestão de vulnerabilidades. A certificação em Gestão de Vulnerabilidades é um passo importante para qualquer profissional que deseja aprimorar suas habilidades e proteger sua organização contra falhas de segurança.

A certificação em Gestão de Vulnerabilidades do IBSEC fornece aos profissionais o conhecimento necessário para identificar, avaliar e mitigar vulnerabilidades em sistemas. Organizações brasileiras que investem em capacitação estão melhor preparadas para enfrentar as ameaças cibernéticas e proteger seus dados. No IBSEC, acreditamos que a educação contínua é a chave para uma segurança cibernética eficaz. A certificação cobre tópicos como a identificação de vulnerabilidades, a avaliação de riscos e a implementação de medidas de mitigação, proporcionando aos profissionais as ferramentas necessárias para proteger suas organizações.

Além disso, a capacitação em cibersegurança pode ajudar as organizações a cumprir com as exigências regulatórias, como a LGPD. A conformidade com a LGPD no Brasil é uma prioridade, e as empresas devem garantir que suas práticas de segurança estejam em conformidade com os requisitos legais. No IBSEC, oferecemos cursos que abordam as melhores práticas de conformidade e governança, ajudando as organizações a proteger os dados dos clientes e evitar sanções. A educação contínua em segurança cibernética é uma parte essencial de qualquer estratégia de conformidade bem-sucedida.

Os profissionais de cibersegurança também podem se beneficiar de programas de certificação que oferecem uma visão abrangente das práticas de segurança. A demanda por profissionais qualificados em cibersegurança no Brasil está aumentando, e a certificação pode abrir portas para novas oportunidades de carreira. No IBSEC, nossos programas de certificação são reconhecidos internacionalmente e fornecem aos profissionais as habilidades necessárias para enfrentar os desafios de segurança cibernética de hoje. A certificação em Gestão de Vulnerabilidades é uma excelente escolha para qualquer profissional que deseja aprofundar seu conhecimento em segurança cibernética.

Finalmente, a colaboração com parceiros de segurança confiáveis pode ajudar as organizações a fortalecer sua postura de segurança. A troca de informações e a colaboração entre organizações no Brasil são essenciais para enfrentar as ameaças cibernéticas. No IBSEC, incentivamos a participação em comunidades de segurança e a colaboração com outros profissionais para compartilhar conhecimentos e melhores práticas. A certificação em Gestão de Vulnerabilidades é um passo importante para qualquer profissional que deseja se destacar na área de cibersegurança e proteger sua organização contra ameaças futuras.

Valide seu conhecimento e avance na carreira

Para fortalecer suas habilidades em gestão de vulnerabilidades e proteger sua organização contra falhas de segurança, considere se certificar com a IBSEC.