Em junho de 2026, vulnerabilidades zero-day em plataformas como Microsoft, Oracle e Ivanti foram exploradas, impactando empresas no Brasil. Essas falhas críticas, sem patches disponíveis, ampliam a superfície de ataque e
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10 técnicas avançadas de assinaturas digitais e criptografia: ECDSA, Ed25519, RSA-PSS, HMAC, assinaturas cegas, de limiar, pós-quântica (ML-DSA) e timestamping RFC 3161.
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Guia prático do Flipper Zero: RFID, NFC, Sub-GHz, BadUSB e infravermelho. Como usar em auditorias de segurança física autorizadas e quais são os limites legais no Brasil.
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Agentes de IA como o ClawdBot representam uma nova fronteira da automação inteligente — mas também inauguram uma nova superfície de ataque. Diferente de chatbots tradicionais, o ClawdBot pode ter acesso direto ao sistema operacional, arquivos, […]
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A Internet das Coisas (IoT) trouxe inovação e eficiência para diversos setores, mas também ampliou significativamente a superfície de ataque das redes corporativas e domésticas. Dispositivos IoT frequentemente possuem falhas de segurança que podem ser exploradas […]
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No cenário atual, onde a superfície de ataque cresce continuamente e as ameaças cibernéticas tornam-se cada vez mais sofisticadas, a gestão de vulnerabilidades é uma prática essencial para a segurança das organizações. Mais do que identificar […]
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