Em 2026, a fintech Moment levantou US$ 22 milhões para expandir suas operações em mercados emergentes, destacando-se no cenário africano. Este financiamento impulsiona a Moment a enfrentar desafios como infraestrutura tecnológica e requisitos regulatórios locais. No Brasil, fintechs se beneficiam do ambiente regulatório do Banco Central, que incentiva a inovação financeira. Profissionais de TI brasileiros devem estar atentos à crescente demanda por segurança cibernética, especialmente com a expansão de fintechs. A regulação do Banco Central exige conformidade rigorosa em segurança, com penalidades para falhas de proteção de dados. Ignorar essas exigências pode resultar em multas significativas e danos à reputação. Este artigo explora o impacto do financiamento na Moment, comparações com outras fintechs africanas e estratégias de mitigação de riscos cibernéticos. Você aprenderá a aplicar práticas de cibersegurança para proteger operações financeiras em expansão.

Oportunidades e desafios de fintechs em mercados emergentes

Em 2026, fintechs em mercados emergentes, como a Moment, enfrentam um cenário repleto de oportunidades e desafios. No Brasil, fintechs têm se beneficiado do ambiente regulatório favorável do Banco Central, que incentiva a inovação financeira. Na IBSEC, observamos que a entrada em mercados emergentes requer adaptação às especificidades locais, como infraestrutura tecnológica e requisitos regulatórios. As fintechs precisam lidar com a infraestrutura limitada, que pode afetar a conectividade e a segurança das transações. Além disso, a diversidade cultural e econômica exige soluções personalizadas para atender às necessidades dos consumidores locais.

O crescimento das fintechs em mercados emergentes também é impulsionado pela alta demanda por serviços financeiros acessíveis. No Brasil, o uso crescente do Pix demonstra o apetite do consumidor por soluções de pagamento rápidas e eficientes. A IBSEC destaca que essa demanda cria um terreno fértil para a inovação, mas também aumenta a pressão por segurança e conformidade. As fintechs devem investir em tecnologias que garantam a segurança das transações e a proteção dos dados dos usuários. O desafio é equilibrar inovação com segurança, especialmente em regiões onde o acesso à tecnologia ainda é desigual.

Regulamentações específicas, como a LGPD no Brasil, também afetam o crescimento das fintechs. Em 2025, a ANPD aplicou multas significativas a empresas que não cumpriram com as normas de proteção de dados. Para a IBSEC, é crucial que as fintechs em mercados emergentes compreendam e implementem medidas de conformidade adequadas. Isso inclui a adoção de políticas de privacidade robustas e a realização de auditorias regulares de segurança. A conformidade não só protege a empresa de penalidades financeiras, mas também fortalece a confiança dos consumidores.

Os desafios de infraestrutura em mercados emergentes podem ser superados com parcerias estratégicas. No Brasil, fintechs frequentemente colaboram com empresas de telecomunicações para melhorar a conectividade em áreas remotas. A IBSEC acredita que tais parcerias são fundamentais para garantir a estabilidade e a segurança das operações de fintechs. Isso inclui o desenvolvimento de redes seguras e a implementação de soluções de backup para garantir a continuidade dos serviços. Investir em infraestrutura resiliente é uma prioridade para fintechs que buscam expandir suas operações com segurança.

A inovação em tecnologia financeira é uma vantagem competitiva para fintechs em mercados emergentes. No Brasil, o desenvolvimento de soluções de inteligência artificial para análise de crédito tem transformado a forma como os consumidores acessam serviços financeiros. A IBSEC observa que a inovação tecnológica deve ser acompanhada de uma estratégia de segurança robusta. Isso inclui a implementação de sistemas de detecção de fraudes e a capacitação contínua da equipe em práticas de segurança cibernética. A segurança é um pilar essencial para sustentar o crescimento das fintechs em ambientes desafiadores.

Impacto do financiamento de US$ 22 milhões na expansão da Moment

O financiamento de US$ 22 milhões recebido pela Moment em 2025 é um marco significativo para sua expansão em mercados emergentes. No Brasil, investimentos semelhantes têm impulsionado o crescimento de fintechs, permitindo a ampliação de suas operações e a inovação em serviços. Na IBSEC, reconhecemos que tal capitalização é vital para enfrentar os desafios de infraestrutura e segurança em mercados emergentes. O investimento permite que a Moment desenvolva tecnologias avançadas e expanda sua equipe, fortalecendo sua capacidade operacional e competitividade. Com esses recursos, a Moment pode investir em infraestrutura tecnológica robusta, essencial para garantir a segurança e a eficiência das transações financeiras.

O financiamento liderado pela AlphaCode Venture Partners, com investimentos contínuos da General Catalyst e MultiChoice, demonstra a confiança dos investidores no potencial da Moment. No Brasil, a confiança dos investidores é um indicador chave do sucesso futuro de fintechs em expansão. A IBSEC destaca que essa confiança deve ser acompanhada de uma estratégia clara de mitigação de riscos cibernéticos. O suporte financeiro permite que a Moment implemente medidas de segurança avançadas e desenvolva soluções personalizadas para atender às demandas dos mercados locais. O investimento em segurança cibernética é uma prioridade para fintechs que buscam se estabelecer em mercados emergentes.

O novo investimento da Canal+ na Moment reforça a importância de parcerias estratégicas para o crescimento sustentável. No Brasil, fintechs que estabelecem parcerias com grandes empresas de tecnologia e mídia têm acesso a recursos valiosos e expertise em segurança. A IBSEC acredita que tais parcerias são essenciais para fortalecer a posição competitiva da Moment em mercados emergentes. A colaboração com parceiros estratégicos permite o compartilhamento de conhecimento e a implementação de soluções de segurança inovadoras. Isso inclui o uso de inteligência artificial para detecção de fraudes e o desenvolvimento de sistemas de autenticação segura.

Com o financiamento, a Moment pode expandir sua presença geográfica e diversificar sua oferta de serviços. No Brasil, fintechs que diversificam seus serviços conseguem atender a um público mais amplo e aumentar sua base de clientes. A IBSEC enfatiza que a expansão bem-sucedida requer uma abordagem integrada de segurança cibernética. Isso envolve a implementação de medidas de proteção de dados e a realização de auditorias de segurança regulares. A segurança deve ser uma prioridade em todas as etapas da expansão, desde o desenvolvimento de novos produtos até a entrada em novos mercados.

O impacto do financiamento na expansão da Moment também se reflete na criação de empregos e no desenvolvimento econômico local. No Brasil, o crescimento das fintechs tem gerado novas oportunidades de emprego e contribuído para o avanço da tecnologia financeira. A IBSEC ressalta que a capacitação de profissionais em segurança cibernética é essencial para sustentar esse crescimento. A formação contínua da equipe em práticas de segurança e conformidade é fundamental para proteger a empresa contra ameaças cibernéticas. A segurança cibernética é um componente crítico do sucesso sustentável de fintechs em mercados emergentes.

Comparação com outras fintechs africanas e seus financiamentos

Em 2026, outras fintechs africanas também têm captado investimentos significativos para expandir suas operações. No Brasil, fintechs como Nubank e PicPay têm atraído atenção internacional por seus modelos de negócios inovadores. Na IBSEC, observamos que o sucesso de fintechs africanas pode oferecer lições valiosas para o mercado brasileiro. Fintechs como a Flutterwave e a Chipper Cash têm conseguido captar grandes rodadas de financiamento, o que lhes permite expandir sua presença em vários países africanos. Essas empresas têm investido em tecnologia para melhorar a segurança e a eficiência de seus serviços, criando um ecossistema financeiro mais robusto.

A Flutterwave, por exemplo, levantou mais de US$ 170 milhões em 2025, destacando-se como uma das fintechs mais bem financiadas da África. No Brasil, o sucesso da Flutterwave pode inspirar fintechs locais a buscar parcerias estratégicas e investimentos internacionais. A IBSEC acredita que esses exemplos reforçam a importância de uma estratégia clara de segurança cibernética para proteger os investimentos e garantir a confiança dos clientes. A Flutterwave tem investido em tecnologia de ponta para garantir a segurança das transações, incluindo sistemas de autenticação multifator e criptografia avançada.

A Chipper Cash, outra fintech africana de destaque, captou US$ 100 milhões em 2025 para expandir seus serviços de pagamentos móveis. No Brasil, fintechs como a Chipper Cash podem servir como modelo para a adoção de tecnologias de pagamento inovadoras. A IBSEC destaca que a segurança cibernética é um componente essencial para o sucesso de fintechs que operam em mercados emergentes. A Chipper Cash tem implementado medidas rigorosas de segurança para proteger os dados dos usuários e garantir a integridade das transações. Isso inclui a realização de auditorias de segurança regulares e a capacitação contínua de sua equipe em práticas de segurança.

Comparar o financiamento da Moment com outras fintechs africanas ajuda a contextualizar o potencial de crescimento e os desafios enfrentados. No Brasil, a comparação com fintechs internacionais pode fornecer insights sobre estratégias de expansão e inovação. A IBSEC acredita que as fintechs brasileiras podem aprender com as abordagens de segurança adotadas por suas contrapartes africanas. A troca de experiências e o aprendizado com outras fintechs podem ajudar a fortalecer a segurança cibernética e melhorar a eficiência operacional. O investimento em tecnologia e segurança é um fator crítico para o sucesso em mercados emergentes.

As fintechs africanas que captaram grandes financiamentos têm mostrado a importância de investir em segurança cibernética para garantir o sucesso a longo prazo. No Brasil, essa lição é particularmente relevante para fintechs que buscam expandir suas operações de forma segura e sustentável. A IBSEC enfatiza que a segurança cibernética deve ser integrada à estratégia de negócios desde o início. Investir em tecnologia de segurança e capacitação da equipe é essencial para proteger os dados dos clientes e garantir a conformidade com as regulamentações locais. A segurança é um pilar fundamental para o crescimento sustentável de fintechs em mercados emergentes.

Riscos cibernéticos associados à expansão de fintechs

Em 2026, a expansão de fintechs em mercados emergentes traz consigo riscos cibernéticos significativos que não podem ser ignorados. No Brasil, o aumento das ameaças cibernéticas tem sido uma preocupação crescente para empresas de todos os setores. Na IBSEC, destacamos que as fintechs em expansão enfrentam riscos específicos, como ataques de ransomware e violações de dados. A expansão para novos mercados pode expor as fintechs a vulnerabilidades que não foram consideradas em seu planejamento inicial. Os riscos cibernéticos são amplificados pela infraestrutura limitada e pela falta de conscientização sobre segurança em algumas regiões.

O crescimento das fintechs em mercados emergentes também atrai a atenção de cibercriminosos que buscam explorar vulnerabilidades. No Brasil, o CERT.br registrou um aumento nos ataques de phishing direcionados a empresas do setor financeiro em 2025. A IBSEC enfatiza que a proteção contra ameaças cibernéticas deve ser uma prioridade para fintechs em expansão. Isso inclui a implementação de sistemas de detecção de intrusões e a realização de testes de penetração regulares. A segurança cibernética não é apenas uma questão técnica, mas também uma questão de gestão de risco que deve ser integrada à estratégia de negócios.

Os riscos cibernéticos associados à expansão de fintechs também incluem o potencial de danos à reputação e à confiança dos clientes. No Brasil, empresas que sofreram violações de dados enfrentaram consequências significativas, incluindo perda de clientes e danos à marca. A IBSEC acredita que a construção de uma reputação sólida em segurança cibernética é essencial para o sucesso de fintechs em mercados emergentes. Isso envolve a comunicação transparente com os clientes sobre as medidas de segurança adotadas e a resposta rápida a incidentes. A confiança dos clientes é um ativo valioso que deve ser protegido a todo custo.

A conformidade com regulamentações locais, como a LGPD no Brasil, é crucial para mitigar riscos cibernéticos. Em 2025, a ANPD reforçou a importância da proteção de dados e impôs penalidades a empresas que não cumpriram com as normas. A IBSEC destaca que as fintechs em expansão devem implementar políticas de conformidade robustas para garantir a proteção dos dados dos clientes. Isso inclui a realização de auditorias de segurança regulares e a capacitação contínua da equipe em práticas de conformidade. A conformidade não é apenas uma obrigação legal, mas também uma vantagem competitiva em mercados emergentes.

Investir em segurança cibernética é uma estratégia essencial para mitigar riscos associados à expansão de fintechs. No Brasil, fintechs que investiram em segurança avançada conseguiram proteger seus ativos e garantir a continuidade dos negócios. A IBSEC enfatiza que a segurança cibernética deve ser vista como um investimento estratégico, não apenas como um custo operacional. Isso envolve a alocação de recursos adequados para a implementação de tecnologias de segurança e a capacitação da equipe. A segurança cibernética é um elemento crítico para o sucesso sustentável de fintechs em mercados emergentes.

Estratégias de mitigação de riscos e capacitação em cibersegurança

Em 2026, a mitigação de riscos cibernéticos é uma prioridade para fintechs em expansão em mercados emergentes. No Brasil, empresas têm adotado estratégias proativas para proteger seus sistemas e dados contra ameaças cibernéticas. Na IBSEC, acreditamos que a capacitação em cibersegurança é um componente essencial para a mitigação eficaz de riscos. Isso inclui o treinamento contínuo da equipe em práticas de segurança e a implementação de políticas de segurança robustas. A capacitação ajuda a criar uma cultura de segurança dentro da organização, onde todos os colaboradores estão cientes de suas responsabilidades em relação à proteção dos dados.

Uma estratégia eficaz de mitigação de riscos cibernéticos envolve a implementação de tecnologias avançadas de segurança. No Brasil, fintechs têm investido em soluções como inteligência artificial para detecção de fraudes e sistemas de autenticação multifator. A IBSEC destaca que a tecnologia é um aliado poderoso na luta contra ameaças cibernéticas, mas deve ser acompanhada de uma estratégia de segurança abrangente. Isso inclui a realização de auditorias de segurança regulares e a atualização contínua dos sistemas para proteger contra novas vulnerabilidades. A segurança cibernética é um processo contínuo que requer vigilância constante e adaptação às novas ameaças.

As parcerias estratégicas são outro elemento importante na mitigação de riscos cibernéticos para fintechs em expansão. No Brasil, fintechs têm colaborado com empresas de tecnologia e segurança para fortalecer suas defesas cibernéticas. A IBSEC acredita que parcerias são uma forma eficaz de acessar expertise e recursos adicionais que podem não estar disponíveis internamente. Isso inclui o compartilhamento de informações sobre ameaças e a implementação de soluções de segurança personalizadas. As parcerias ajudam a criar um ecossistema de segurança mais robusto e preparado para enfrentar as ameaças cibernéticas.

A conformidade com regulamentações locais é crucial para a mitigação eficaz de riscos cibernéticos. No Brasil, a LGPD impõe requisitos rigorosos para a proteção de dados pessoais, e as empresas devem garantir que estão em conformidade com essas normas. A IBSEC enfatiza que a conformidade não é apenas uma obrigação legal, mas também uma oportunidade para fortalecer a confiança dos clientes. Isso envolve a implementação de políticas de privacidade transparentes e a realização de auditorias de conformidade regulares. A conformidade é um componente essencial de uma estratégia de segurança cibernética abrangente.

Investir em capacitação contínua é uma estratégia essencial para manter a segurança cibernética em fintechs em expansão. No Brasil, a demanda por profissionais qualificados em segurança cibernética tem aumentado à medida que as ameaças se tornam mais complexas. A IBSEC oferece programas de capacitação que ajudam as fintechs a desenvolver as habilidades necessárias para proteger seus sistemas e dados. A formação contínua da equipe é fundamental para garantir que a organização esteja preparada para enfrentar as ameaças cibernéticas em evolução. A capacitação é um investimento estratégico que fortalece a segurança e a resiliência das fintechs em mercados emergentes.

Valide seu conhecimento e avance na carreira

Para garantir que sua fintech esteja preparada para os desafios de segurança cibernética em mercados emergentes, é essencial investir em capacitação contínua.