BLOG IBSEC

O relógio está correndo para bancos, fintechs, cooperativas de crédito e demais instituições autorizadas pelo Banco Central do Brasil. Com prazo final em 1º de março de 2026, entra em vigor um dos marcos regulatórios mais rigorosos já publicados no país em matéria de segurança cibernética no sistema financeiro: a Resolução CMN nº 5.274/2025.

Mais do que uma atualização normativa, a nova resolução representa uma mudança clara de postura do regulador: segurança cibernética deixa de ser promessa documental e passa a ser obrigação operacional, mensurável e auditável.

Neste artigo, você entende o que muda, por que o prazo é crítico e quais riscos as instituições correm ao não se adequar.

O que é a Resolução CMN nº 5.274/2025

Publicada pelo Conselho Monetário Nacional e supervisionada pelo Banco Central do Brasil, a Resolução CMN nº 5.274/2025 reforça e amplia as exigências de segurança cibernética aplicáveis às instituições financeiras e demais entidades autorizadas a funcionar pelo BCB.

Ela substitui e expande requisitos antes previstos em normas anteriores, elevando o nível de maturidade exigido em governança, prevenção, detecção, resposta e recuperação frente a incidentes cibernéticos.

Na prática, o regulador deixa claro que:

Confira também: Banco Central Reforça Segurança do Pix

O prazo final: por que 1º de março de 2026 é decisivo

O prazo de adequação termina em 1º de março de 2026. A partir dessa data, o Banco Central pode exigir evidências concretas de conformidade durante fiscalizações, inspeções e processos de supervisão.

Instituições que não estiverem aderentes ficam expostas a:

O ponto crítico é que adequação em cibersegurança não acontece em semanas. Implementar controles, testar ambientes, estruturar governança e gerar evidências exige planejamento, investimento e tempo.

O que o Banco Central passa a exigir na prática

A Resolução CMN nº 5.274/2025 detalha um conjunto robusto de controles mínimos obrigatórios, que precisam estar implementados, operacionais e documentados.

Entre os principais destaques estão:

Governança de segurança cibernética

Controles técnicos reforçados

Monitoramento de ameaças

Testes e validações periódicas

Gestão de terceiros

Por que o regulador está apertando as regras agora

O endurecimento das exigências ocorre em um contexto claro:

Para o Banco Central, o risco cibernético hoje é risco sistêmico. Uma falha em uma única instituição pode gerar impactos em cadeia, afetando a confiança no sistema financeiro como um todo.

Confira também: Política de Segurança da Informação: Diretrizes Essenciais para a Proteção de Dados

Proteja seu futuro digital com a IBSEC

Capacite-se com quem é referência em cibersegurança no Brasil e esteja preparado para enfrentar as ameaças digitais em constante evolução.

Domine as práticas que o mercado exige e conquiste novas oportunidades na área.

Acesse agora os cursos da IBSEC e fortaleça suas defesas cibernéticas com confiança.

#IBSEC #IBSECers #IAFirstProfessional #IAFirst

Rua Conceição de Monte Alegre, 107 - Bloco B
10º andar, Brooklin - São Paulo, SP - Brasil | CEP: 04563-060

contato @ ibsec.com.br

© Por IBSEC - Instituto Brasileiro de Cibersegurança | CNPJ: 07.697.729/0001-08

Todos os diretos reservados. | Termos | Privacidade